Após acertar sua previsão sobre a reeleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), confirmada neste domingo (25), o médium e espiritualista Robério de Ogum voltou a fazer revelações sobre o futuro político do Brasil. Segundo ele, o presidente não concluirá seu novo mandato, mas o motivo não será um impeachment.
De acordo com a leitura espiritual de Robério, Lula enfrentará problemas de saúde que vão provocar seu afastamento da Presidência da República, abrindo caminho para que o vice-presidente, Geraldo Alckmin (PSB), assuma o comando do país
“O plano espiritual me mostrou no ano passado que Lula venceria a eleição. E isso aconteceu. Afirmo isso desde 2025. Mas vejo também que ele não vai terminar o mandato”, diz. “Não é por desencarne. É por afastamento, por motivo de saúde. Até então, Lula vai governar com tranquilidade e vai tirar muito projeto do papel”.
Na avaliação espiritual de Robério, a chegada de Alckmin à Presidência marcará uma transformação importante na política brasileira. O vice não apenas assumirá o comando do país, como ganhará projeção nacional suficiente para conquistar a futura eleição presidencial.
Depois de construir sua trajetória política em São Paulo, Alckmin deixará de ser visto apenas como uma figura de força estadual para se consolidar como um dos grandes líderes políticos do Brasil. “Ele vai ser o sucessor do Lula e será eleito”, crava. “E a direita passa a ficar dividida, o Alckmin é o grande nome daqui para frente. É o que o plano espiritual me revela”.
Robério também prevê um período de forte instabilidade política, com disputas judiciais, embates institucionais e pressões sobre o governo paulista. “Será um momento de renovação e de transformação política. Vejo uma guerra judicial, algo sério, muita disputa e revelações vindo à tona”.
O novo alerta surge um dia após a confirmação de uma previsão feita pelo médium há mais de um ano. Ainda em 2025, no programa Chupim, da Metropolitana FM, Robério já afirmava que Lula seria reeleito. A previsão foi reforçada em outras entrevistas, inclusive no podcast PodeMais, da jornalista Mara Ferraz, após o primeiro turno das eleições.